Antiga Pompeia

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 - Cidade Enterrada
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Antiga Pompeia - Grandes Expectativas
Cidades perdidas ou abandonadas, como a Antiga Pompéia, quando reintroduzidas ao mundo moderno, esclarecem como e onde os nossos antepassados escolheram viver. As cidades da Roma Antiga, como a Antiga Pompeia e Herculano, sua cidade-irmã, foram literalmente detidas no tempo, congeladas em um momento da vida cotidiana no primeiro século. Pompeia é situada 7 milhas (11 quilômetros) a sudeste do Monte Vesúvio. Herculano é localizada quatro milhas (7 km) a oeste do pico. Em 24 de agosto de 79 dC, uma erupção vulcânica destruiu as prósperas cidades gêmeas, enterrando e fossilizando milhares de seus cidadãos em menos de 24 horas.

A Antiga Pompeia foi um grande centro industrial, cidade comercial e porto. O caráter desta cidade foi exibido em suas lojas, bares e bordéis. Quando não cuidando de seus jardins bem cultivados, os cidadãos visitavam templos, casas de banho, ginásio, dois teatros ou anfiteatro. Em comparação, Herculano era um ambiente popular entre os romanos ricos, como o sogro de Júlio César. As vilas eram adornadas com estátuas de mármore e bronze. Herculano era um lugar de lazer onde os seus ricos e educados habitantes passavam o tempo em atividades acadêmicas. Dr. Charles Pellegrino, aclamado especialista nas áreas de paleogenética, física forense e entomologia, sugeriu que "os cidadãos de Pompeia e Herculano desfrutavam de ‘modernas’ comodidades como aquecimento central, água corrente quente e fria, assim como um padrão e expectativa de vida que não seriam alcançados novamente até 1950."

Antiga Pompeia - O Inesperado
Será que a erupção de Vesúvio ocorreu inesperadamente? Em 5 de fevereiro, 62 dC, um terremoto danificou severamente edifícios em Herculano e Pompeia – a qual era bem próxima do epicentro. O Fórum de Pompeia desmoronou e o Templo de Apolo e a Basílica desabaram. O imperador, Vespasiano, encorajou a reconstrução do Templo da Mater Deum (a grande Mãe dos Deuses) em Herculano, sem oferecer nenhum recurso à arruinada Pompeia. Os geólogos agora referem-se ao terremoto como o "ensaio final" de Vesúvio, antes da catástrofe que ocorreria 17 anos mais tarde.

Já às dez horas daquela fatídica manhã de agosto, um tampão de lava pressionada estalou em direção ao céu. Ninguém esperava que o Monte Vesúvio vomitaria um fogo de 32 km de altura, gerando uma gigantesca nuvem em forma de pinheiro. A invertida "nuvem de cogumelo" produziu uma erupção de 24 megatons - mil vezes mais potente que a bomba que destruiu Hiroshima. À medida que o magma das profundidades da Terra espumava e esfriava, ele disparou "pedra esponja" (pedra-pomes) aos céus em uma velocidade quase o dobro da velocidade do som.

Os relatos das testemunhas oculares das horas finais estão registradas em uma carta escrita por Plínio, o Jovem, ao historiador Cornélio Tácito. O comandante da frota romana em Miseno, Plínio, o Velho, proporcionou ao seu sobrinho (o Jovem) relatos vivos da desolação. O vulcanologista Haraldur Sigurdsson estima que pelas quatro horas da tarde a precipitação em Pompeia tenha chegado à altura da cintura de um homem. Incapaz de seguramente chegar a Herculano, o comandante da frota ditou notas de Estabia (8 km ao sul de Pompeia). "A precipitação está chegando a 2 metros (7 pés) e em breve será um piso de altura."

Por quase onze horas, o vulcão jogou uma coluna de pedra-pomes de 19 km até a estratosfera. Por volta da meia-noite a coluna desabou, enviando a primeira onda de quatro avalanches de gases superaquecidos, pedra-pomes e rochas por toda a cidade de Herculano. Não foi até a quarta avalanche na manhã seguinte que a hora sufocante chegou à Pompeia. O poeta latino Estácio (45-96 dC) resumiu o horror e tristeza: "Será que séculos futuros, quando a nova semente tiver coberto os resíduos, acreditarão que cidades inteiras e seus habitantes estão abaixo de seus pés, e que os campos de seus antepassados morreram afogados em um mar de chamas?"

Antiga Pompeia – A Desenterrada
O enterro das duas cidades vesuvianas preservou uma cena intacta que permaneceria oculta por séculos. No século 18, a escavação sistemática da Antiga Pompeia começou por ordem do Rei Charles II, Rei das Duas Sicílias. A mumificada cidade de Pompeia permaneceu como era no momento da erupção. Obras de arte e edifícios foram preservados. Debaixo de um teto desabado encontraram os braços estendidos de um esqueleto, alguém - possivelmente o mesmo homem cujos ossos foram exibidos – pintou a fresco em uma parede: "Nada no mundo pode durar para sempre". Os restos materiais de uma sociedade - - tumbas, templo e até mesmo torres -- ficaram enterrados debaixo do pó. No pó, encontra-se vida (Salmo 90:2-3).

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